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31

mar

2017

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O bom e velho português na era dos blogs

Oi, pessoal!

Antes de mais nada, deixem-me apresentar: sou a Nara, estudante de jornalismo e produtora de conteúdo. A partir de hoje, escreverei quinzenalmente aqui no Boas Mães sobre tudo que envolva esse universo da língua portuguesa e da literatura. Se você trabalha com internet, tem interesse pelo assunto e/ou gosta de dicas de livro dos mais variados gêneros, acho que vai curtir esse nosso projeto. Espero que gostem! (Lê, obrigada pelo espaço!)

Bom, para esse post de início escolhi tratar de um tema bem geral, mas não menos importante: o bom e velho português nosso de cada dia. Eu acredito que as palavras têm peso, vocês concordam? Cada uma delas carrega algo que desperta um sentimento dentro da gente, e a combinação entre elas é ainda mais poderosa.

E por que digo tudo isso? Porque, principalmente com o aumento do número de portais e blogs de todas as áreas, nós somos apresentados a muitos textos durante o dia. E vocês já passaram pela experiência de ler algo que muda completamente seu humor (seja para melhor ou pior)?

Isso acontece justamente pelo fato de estarmos desatentos ao que escrevemos e a como escrevemos. Internet não é terra de ninguém – pelo contrário, é formada por pessoas iguais a nós, com seus defeitos e qualidades. Por isso a necessidade de prestar atenção a todas as palavras que saem de nossa boca (ou dedos no caso, rs).

Não é à toa que a língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundo! Mas tentem olhar por outro lado: é difícil, porque é cheia de detalhes, de variações. É uma língua rica! E nós podemos usá-la cada vez mais e melhor.

O Boas Mães tem falado muito sobre gentileza, empatia e amor. Uma das formas de fazermos isso é por meio do que falamos e escrevemos. A minha função aqui é essa: te incentivar a olhar para as palavras (e, consequentemente, para o outro) com olhos mais acolhedores. Transformar o comum em poesia! Afinal, poesia não é aquilo que rima – é aquilo que fala ao coração.

Há duas frases que gosto muito. Uma, de Paulo Leminski, que diz “Tem que existir poesia tanto no receptor quando no emissor. Você precisa ser tão poeta para entender um poema quanto para fazê-lo”. Ou seja, só tem sentido quando ambos os lados estão prontos para acolhê-lo. Melhor ainda: o bonito só nos toca se estivermos dispostos a recebê-lo.

O outro dizer, de Vinícius de Moraes, é assim: “O material do poeta é a vida, e só a vida, com tudo que ela tem de sórdido e sublime. Seu instrumento é a palavra”.

O meu desejo é esse: que possamos usar a palavra para tornarmos o mundo um lugar melhor. Vamos juntas?!

Ah, antes de finalizar, queria pedir um favor: o que vocês gostariam de ver por aqui? Me contem?

Um super beijo e até a próxima. Bom fim de semana!

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